Em 2018, 55,3% da população mundial já vivia em ambientes urbanos. As projeções indicam que 60% das pessoas – 1 a cada 3 – residirão em cidades em 2030, de acordo com o relatório The World’s Cities in 2018, produzido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas. E mais: locais com mais de 10 milhões de habitantes, que eram 33 há 2 anos, chegarão a 43 daqui a 1 década, conforme o documento. Além disso, aqueles que somavam entre 1 e 5 milhões de indivíduos eram 467 em 2018 e passarão a representar 598 das regiões mundiais em 2030.
Considerando que a parcela da população residente em cidades está aumentando em todas as regiões, é visível a necessidade de que soluções tecnológicas contemplem muito mais localidades urbanas do que há alguns anos. Sendo assim, percebemos que a convergência das principais tendências globais somada à covid-19 está gerando pressões imprevistas na capacidade das empresas se transformarem digitalmente, principalmente por conta da falta de infraestrutura de rede adequada.
Para contornar imprevistos e manter o ritmo de eficiência, escalabilidade e segurança em um mundo digitalizado que se transforma na velocidade de software, a viabilização de comunicação entre partes, transcendendo as limitações de infraestrutura pública, é indispensável. Aí que entra a Interconexão. Isso porque, diferente da internet convencional, na qual o acesso à rede é compartilhado por todos os usuários do provedor, gerando lentidão e limitando a ação de sua companhia, o uso da interconexão em um contexto de arquitetura distribuída permite que negócios sejam desenvolvidos e evoluam de forma a usufruírem de novas vantagens competitivas e transformações que afetam além da cadeia de valor, criando disrupções em mercados.
No caso da distribuição de processamento e de dados em data centers exclusivos de terceiros, há a garantia de que consumidores e participantes da cadeia de valor recebam uma experiência sólida e colaborem entre si, em qualquer lugar que estejam, segundo o Global Interconnection Index (GXI) — vol. 4, estudo que monitora, mensura e projeta o crescimento da largura de banda de Interconexão no mundo.
Uma excelente referência prática é a colaboração e aceleração no desenvolvimento de pesquisas na área da saúde, que se tangibiliza no enfrentamento da pandemia em toda uma cadeia que colabora entre si — desde núcleos de educação de saúde e pesquisa, passando pela indústria farmacêutica, órgãos reguladores, distribuidoras, clínicas e hospitais, operadoras e seguradoras de saúde, redes de drogarias e farmácias e softwares utilizados especificamente pelo setor para servir da cadeia passando também por corretores, médicos até o paciente na ponta.
GXI vol. 4
Explore como os líderes usam sua infraestrutura digital para impulsionar o crescimento e como você pode aproveitar a interconexão para se manter competitivo.
Quero saber maisdas pessoas – 1 a cada 3 – residirão em cidades em 2030
Crescer sozinho não é uma opção
Desenvolver fluxos de trabalho eficientes é uma ação mais do que necessária, já que representa um movimento de sobrevivência dos negócios digitais. Empresas totalmente digitalizadas – como as dos setores de Telecomunicações, Serviços de Cloud e TI, além de Conteúdo e Mídias Digitais – devem experimentar uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 50%, impulsionadas pelo aumento das demandas das empresas na edge e pela necessidade de apoiar iniciativas como 5G, IA e Edge Computing, de acordo com o GXI.
Para companhias em geral, não é interessante dedicar investimentos em infraestruturas próprias que atendam às suas necessidades de conexão se esse não for o core de atuação, já que altos custos estão envolvidos na transformação autônoma de redes tradicionais.
Portanto, muito além de reduzir despesas e se tornar mais eficiente, ao mesmo tempo que se acelera o desenvolvimento de novos insights e de fato se explora vantagens competitivas, é preciso estabelecer uma arquitetura que contemple a distribuição de infraestruturas digitais em locais estratégicos, oferecendo suporte à Interconexão entre serviços, dados, clouds, parceiros de tecnologia e parceiros da cadeia de valor ligada ao negócio.
Entretanto, não é apenas a expansão urbana que deve ser levada em conta. Uma tendência recente tem sido a migração para fora das grandes cidades devido à covid-19, levando à necessidade de otimização da rede e escalabilidade entre regiões.
Considerando isso, não se pode descartar a implementação de uma infraestrutura em uma plataforma digital escalável, globalmente consistente e híbrida, pois a demanda de dados locais e a troca de dados para suportar fluxos de trabalho digitais estão ultrapassando a capacidade das organizações de classificar, proteger, trafegarr e processar tais informações.
Dessa maneira, a vantagem competitiva de negócios digitais estará não somente na adequação às exigências mercadológicas, mas também no desenvolvimento de estratégias de infraestrutura digital para suportar os planos futuros, que devem considerar cinco passos fundamentais: otimização de rede, infraestrutura híbrida, segurança em pontos de controle distribuídos, dados distribuídos e, claro, a comunicação entre aplicações em diferentes camadas. Essa é a especialidade da Equinix – que pode ser a parceira ideal da sua empresa.
Presença global
Reunir e interconectar infraestruturas essenciais que impulsionam a adaptação de companhias de todos os setores às demandas da economia é uma oportunidade que já é realidade no Brasil e no mundo com a Plataforma Equinix, que é o maior e mais ativo ecossistema global, formado por 210 data centers International Business Exchange™ (IBX®) localizados em 55 importantes mercados estratégicos do mundo, facilitando a Interconexão para comunicação e colaboração de forma privada e neutra.
Conheça mais detalhes sobre as macrotendências do futuro digital e as previsões de Interconexão no Global Interconnection Index Vol. 4.